Reforma Tributária: o que muda na emissão de NFe, CTe e MDFe

A Reforma Tributária sobre o consumo, aprovada pela Emenda Constitucional 132/2023 e regulamentada pela Lei Complementar 214/2025, é a maior mudança no sistema tributário brasileiro em décadas. Para quem emite NFe, CTe e MDFe no dia a dia, ela não é só um assunto de contador: ela muda a forma como os tributos aparecem nos documentos fiscais eletrônicos.

O que é a Reforma Tributária

A reforma substitui, de forma gradual, cinco tributos sobre o consumo — PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS — por três novos:

A ideia central é simplificar: em vez de calcular tributos diferentes com regras próprias em cada estado e município, CBS e IBS seguem uma legislação única em todo o país, com o valor do imposto calculado "por fora" e destacado no documento fiscal.

Cronograma de transição

A transição foi desenhada para acontecer aos poucos, e não de uma vez:

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O que muda na prática para quem emite documentos fiscais

Durante a fase de testes, os principais impactos para quem emite NFe, CTe e MDFe são:

Como se preparar

Como a transição é longa e ocorre em etapas, a melhor estratégia é acompanhar as mudanças aos poucos, em vez de tentar se adiantar a regras que ainda podem ser detalhadas por atos complementares. Alguns cuidados práticos:

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Como o sistema MMTech ajuda

Assim como acontece hoje com as mudanças de layout da NF-e, CT-e e MDF-e, a equipe MMTech acompanha as publicações oficiais da Reforma Tributária e atualiza o sistema antes dos prazos de obrigatoriedade — para que sua empresa continue emitindo documentos fiscais corretamente, sem precisar se tornar especialista em cada nova regra.

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